Julgo-te filho da
inteligência.
Primo da ignorância.
Servo da verdade.
Inimigo da mentira.
Proíbo-te a vaidade,
Discípulo da honra,
Sobrinho da
coragem...
Cria-te raízes sobre
o que julgo-te.
Tens uma arma
poderosa em mente,
tomara que só em
mente esta fique...
Tens poder para ter
domínio!
Tens poder para teu próprio
extermínio!
A inocência que te
dou
facilmente rejeitas.
E da curiosidade vem
o alimento
para a fome obscura
quem tem...
Só não sabes que a
própria morte sustenta.
Tens certeza que não
sabes disso
ou faz de propósito?
Não te preocupas com
os teus filhos,
não importa qual
presente a eles deixarás.
Cansei de falar sem
ninguém ouvir.
Por ironia, ou por
burrice, você sorri.
Cansei!
Julgo-te homem.
Adalberto campos.
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