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(sem titulo)
Fotografa: Carol Maia.
Brasilia, 14 de Julho de 2012.
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É bela a natureza
em seu leito de morte?
Se compra sua grandeza
para a corte?
Logo quase extinto,
Logo quase morto,
Exige tanto?
Por tudo, fumaça,
Matança e caçada!
Uma nova selva,
Tal reino contrói,
De pedras civilizadas.
Tal reino podre
Por terras fazem guerras.
Povos sangram
Por mais alguns centavos,
Mas o que importa?
Homem que muda,
no mundo, nada
cria a tua falsa casa
destruindo muitas outras.
E por motivos sem razão
Ignoram o que precisam...
Merecemos a extinção.
Adalberto Campos.

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