Nos moldes daquilo que criaram
Ele não cabia.
Era tudo estranho!
Um ideal de outrora
Agora corrompido,
E ele não servia.
Trataram-no como ninguém.
E como ninguém era outro molde,
Não lhe coube.
Fazia e dizia sobre coisas estranhas,
não quiseram ouvir e ver
E também não saberiam ouvir
ou entender.
Ele não deixava de ser como nós,
Porém era como um espelho engraçado
Que deforma tudo o que reflete.
De alguma forma
Mostrava tudo como era.
Ele não tratava sobre a verdade,
Mas sobre o que precisava ser visto.
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