quinta-feira, 19 de julho de 2012

Aquilo tudo que não vemos.



Nos moldes daquilo que criaram
Ele não cabia.
Era tudo estranho!
Um ideal de outrora
Agora corrompido,
E ele não servia.

Trataram-no como ninguém.
E como ninguém era outro molde,
Não lhe coube.

Fazia e dizia sobre coisas estranhas,
não quiseram ouvir e ver
E também não saberiam ouvir
ou entender.

Ele não deixava de ser como nós, 
Porém era como um espelho engraçado
Que deforma tudo o que reflete.
De alguma forma
Mostrava tudo como era.
Ele não tratava sobre a verdade,
Mas sobre o que precisava ser visto. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário